Verdade ou não, o que sei é que meu mundinho e 2012 acabou várias vezes ao longo desses quase 12 meses. Meu calendário sempre foi repleto de primeiros de janeiro, mas neste ano, por vezes, acreditei que 21 do 12 é que se repetia. Não consegui esperar um ano para a virada, recomecei em maio, em outubro...
O que havia de concreto se dissolveu no ar, como disse o profeta destes pós-modernos tempos. Não fosse pelo amor, cada vez mais forte e nunca líquido, a profecia teria se cumprido totalmente. Não haveria salvação, eu iria me descafelar com as minhas convicções.
Neste primeiro de janeiro de novembro me reinventei de novo, gosto do que vejo.